
O Agrupamento de Escolas de Vilela, no concelho de Paredes, foi distinguido pela Rota do Românico com o Prémio Escola do Ano, uma distinção inédita que reconhece o trabalho desenvolvido na valorização e divulgação do património junto da comunidade escolar.
O Agrupamento de Escolas de Vilela recebeu o primeiro Prémio Escola do Ano atribuído pela Rota do Românico. A distinção foi entregue esta terça-feira, no Centro de Interpretação do Românico, em Lousada, durante a cerimónia de entrega de prémios do concurso escolar promovido pela instituição.
Criado este ano, o galardão pretende reconhecer os estabelecimentos de ensino que, de forma consistente, desenvolvem projetos e atividades ligadas à Rota do Românico, incluindo oficinas pedagógicas, visitas de estudo, produção de conteúdos e iniciativas de valorização do património.
A cerimónia serviu também para anunciar os vencedores da sétima edição do concurso escolar da Rota do Românico, subordinado ao tema “A Sociedade na Idade Média”. A iniciativa contou com a participação de 941 alunos, 48 professores e 36 escolas da Região Norte, que apresentaram um total de 52 trabalhos.
Entre os vencedores estiveram várias escolas dos concelhos do Tâmega e Sousa. Na categoria de Ilustração, destinada ao pré-escolar e 1.º ciclo, o primeiro prémio foi atribuído à turma VC4 da Escola Básica e Jardim de Infância de Vale do Côvo, em Alpendorada, no concelho de Marco de Canaveses.
Já na categoria de Criação Literária, dirigida ao 2.º ciclo, venceu a turma do 6.º ano da Escola Básica e Secundária de Rebordosa, em Paredes. No ensino secundário, a Escola Secundária de Lousada conquistou o primeiro lugar da Categoria Aberta.
Os trabalhos apresentados desafiaram os alunos a explorar diferentes aspetos da sociedade medieval, desde as classes sociais e profissões à alimentação, educação, saúde e formas de lazer da época.
Todos os projetos participantes encontram-se em exposição no Centro de Interpretação do Românico, em Lousada, até ao próximo dia 28 de junho.
Atualmente, a Rota do Românico integra 58 monumentos e três centros de interpretação distribuídos por 12 municípios dos vales do Sousa, Douro e Tâmega, assumindo-se como um dos principais projetos de valorização patrimonial e educativa do Norte do país.
Fonte: www.novumcanal.pt
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